Maisons que aparecem com frequência nos pregões brasileiros. Como ler número de série, blind stamp, extracto de arquivos, certificado de autenticidade. Marca por marca, peça por peça.
14 ensaios, uma marca por vezCada ensaio cobre uma maison específica, com leitura técnica de número de série, marcação interna, certificado e o histórico de remate brasileiro.
Por que a referência mais discreta da Patek é também a que oferece a melhor relação histórico-preço hoje.
MarcasTank, Santos, Panthère e Pasha. Por que a década importa mais do que a referência na hora de avaliar Cartier antigo.
MarcasSubmariner, Datejust, GMT, Daytona, Day-Date. Frequência por referência, faixa por ano, e a leitura de número de série.
MarcasKelly, Constance, Garden Party, Picotin. As outras silhuetas Hermès no pregão, com leitura de blind stamp e prêmio sobre Birkin.
MarcasAnel, pulseira, colar Serpenti em ouro 18K. Faixa por década, sinais de original e a curva de cinco anos no remate brasileiro.
Marcas15202, 15400, 15500. Por que cada referência reescreveu o mercado de aço de luxo, e o que acontece em pregão brasileiro com cada uma.
As dúvidas mais frequentes sobre maisons, autenticação, leitura de marcação interna e preferência editorial.
Rolex e Cartier dominam em volume. Hermès Birkin é frequente, com pico nos pregões de espólio. Patek Philippe é raro, e quando aparece costuma ser a categoria mais disputada do edital. Audemars Piguet ainda é raro fora do mercado paralelo.
Cada maison tem ferramenta própria. Rolex pelo número de série e identidade da carcaça. Patek pelo extracto de arquivos. Hermès pelo blind stamp na lateral interna. Cartier pelo número gravado e selo do certificado. Cada ensaio da seção cobre uma marca em detalhe.
Depende do mercado secundário. Vacheron Constantin, Lange & Söhne, Jaeger-LeCoultre têm liquidez internacional, mas circulação muito menor no Brasil, o que pode significar prêmio na entrada e desconto na saída. Cada caso exige análise individual.
Não. A Richesse cobre marca por mercado, não por afinidade. O que entra no editorial é o que está em remate ativo no Brasil ou em casas internacionais com liquidez relevante. Sem patrocínio de maison, sem repasse de press release.
Em joalheria, marcas como H. Stern, Antônio Bernardo e Vivara aparecem com frequência. Em outras categorias, é raro. Quando aparece, costuma ser peça de exceção (encomenda especial, edição numerada) com mercado mais nichado.