Estruturação comercial B2B
Definição de metas, KPIs, processos seletivos para SDRs, BDRs, executivos, lideranças. RevOps, Marketing B2B e Customer Success. Conversas com C-level, diretor, gestor.
Programador há mais de uma década, gestor comercial com quinze anos em vendas B2B e B2C. Construiu, do zero, a maior plataforma de agregação de leilões de luxo do Brasil. Cada peça que entra no catálogo passa pela curadoria que ele estruturou.
Renato Passos, São Paulo, 2026
A Richesse Club é o resultado de duas obsessões que andaram em paralelo na minha vida: código que resolve problemas reais e processo comercial que entrega previsibilidade. O mercado de luxo brasileiro precisava das duas coisas. Faltava quem juntasse.
Comecei a programar antes de saber o que era venda consultiva. Comecei a vender antes de entender que infraestrutura é diferencial competitivo. Os dois caminhos se cruzaram quando trabalhei estruturando processos comerciais ponta a ponta para empresas B2B no Brasil. Definição de metas, KPIs, previsibilidade de receita, liderança de equipes de alta performance conectando marketing, vendas e pós-venda. Quinze anos disso. Conversa com C-level, diretor, gestor. Visão estratégica unida à execução disciplinada.
Em paralelo, nunca larguei a programação. Estudei blockchain a fundo quando ainda era assunto restrito. Estudei IA aplicada a negócios antes da febre dos LLMs. Construí múltiplas plataformas, da arquitetura à implantação, da landing à API. Programar deixou de ser hobby e virou método: olho um problema e calculo se o gargalo é processo, sistema, ou as duas coisas juntas.
Em 2024, comecei a comprar peças em leilões oficiais brasileiros, primeiro como investimento, depois por curiosidade. O choque foi descobrir o quanto de valor estava preso à fricção. Cento e quarenta e dois leiloeiros oficiais ativos no país, cada um com seu calendário, seu site, seu sistema de cadastro, sua documentação. A Caixa Vitrine de Joias com peças vindas de penhor não resgatado, sem visibilidade fora do site da Caixa. A Receita Federal com leilões de mercadorias apreendidas em editais PDF. Tudo desconectado. Quem tinha tempo, garimpava manualmente. Quem não tinha, perdia oportunidade.
O segundo choque: a discrepância entre lance e valor justo. Joias 18K saindo a 60% do preço de varejo. Relógios suíços com procedência rastreada saindo abaixo do FIPE de relógios. Bolsas Hermès e arte modernista brasileira passando por leiloeiros oficiais sem o público consumidor que as valoriza saber que estavam disponíveis. Não era um bug, era o sistema. Faltava agregação. Faltava curadoria. Faltava autoridade.
Se você precisa garimpar manualmente cento e quarenta e dois sites de leiloeiros para encontrar uma única peça, o problema não é seu. É de mercado.
A Richesse Club agrega, em tempo quase real, todos os leilões de luxo do Brasil. Joias, relógios, bolsas, canetas, arte, design, antiguidades e colecionáveis. Adiciona, no plano internacional, as principais casas globais como Sotheby's, Christie's, Phillips e Bonhams traduzidas para o português brasileiro. Em cada lote, cruzamento com remates históricos, avaliação de mercado e documentação de procedência.
O modelo de negócio é assinatura mensal. Sem comissão sobre arremate, sem taxa de cadastro, sem fidelidade. Você paga R$ 79, R$ 199 ou R$ 599 por mês conforme a intensidade do uso, e o resto fica entre você e o leiloeiro oficial. A Richesse não vende nada. Curadoria e visibilidade são o produto.
Cada lote que entra no catálogo passa por quatro camadas. Autenticidade documental do leiloeiro oficial, cruzamento com remates históricos da categoria, avaliação de procedência (vendedor, leiloeiro, custódia) e estimativa Richesse de mercado. De doze mil lotes que passam pela curadoria a cada trimestre, apenas trinta e oito por cento chegam à plataforma. O resto cai por documentação incompleta, autenticidade duvidosa, leiloeiro fora do registro oficial, ou simplesmente porque a peça não pertence ao recorte de luxo que a marca defende.
Não publico tudo. Publico o que passa.
Escrevo sobre o mercado brasileiro de leilões de luxo no editorial Richesse. Histórico de remates, análise de marcas, estudo de procedência, tendências do mercado de revenda. Conteúdo escrito por quem opera a curadoria, não por agência de mídia. Se quiser falar comigo diretamente sobre uma peça específica, suspeita de fraude, oportunidade de fonte ou parceria editorial, fale por [email protected].
Definição de metas, KPIs, processos seletivos para SDRs, BDRs, executivos, lideranças. RevOps, Marketing B2B e Customer Success. Conversas com C-level, diretor, gestor.
Mais de uma década escrevendo software. Múltiplas plataformas em produção. Foco em sistemas de agregação, scraping, normalização e enrichment de dados.
Estudo de blockchain antes da popularização. IA aplicada a negócios antes da febre dos LLMs. Aplicações práticas em curadoria, classificação automatizada e avaliação de mercado.
Operação direta da curadoria Richesse. Quatro camadas de validação por lote. Trinta e oito por cento dos lotes avaliados chegam à plataforma.
Comunicação editorial e técnica. Apresentações para investidor, parceiro, público especializado. Texto que converte sem ser de venda.
Fundador também de outras plataformas em produção no Brasil. Cada um operando um vertical técnico distinto. Experiência consolidada em escalar produto digital do zero.
A diferença entre um agregador e uma autoridade é o quanto se recusa a publicar. A Richesse Club nunca vai listar tudo. Vai listar o que merece. Essa é a única promessa que faço para o assinante: o lote que aparece na plataforma já passou pelo crivo. O que sobrou é garimpo de qualidade, não de quantidade.
É um clube. E clube tem porta.
Sobre uma peça específica, suspeita de fraude, oportunidade de fonte, parceria editorial ou simplesmente bater papo sobre o mercado.