Pontos-chave da categoria Design

  1. 142 lotes ativos de mobiliário modernista brasileiro autoral, com madeira nobre rastreada e laudo de procedência.
  2. Designers em destaque: Joaquim Tenreiro, Sergio Rodrigues, Jorge Zalszupin, Lina Bo Bardi, Oscar Niemeyer, Carlo Hauner e Geraldo de Barros.
  3. Demanda internacional alta: galerias americanas e europeias compram peças brasileiras de design pelo histórico de valorização cumulativa.
  4. Verificação de autoria com base em arquivo do designer, fabricante original (Forma, OCA, L'Atelier) e nota fiscal histórica.
  5. Madeiras nobres conferidas com restaurador parceiro: jacarandá, imbuia, sucupira, pau-marfim, e adequação ao Ibama quando aplicável.
  6. Categoria de investimento e habitação simultâneos. Pode ser usada e ainda valorizar. Diferencial frente a colecionáveis estritamente decorativos.

0 lotes ativos

Catálogo em curadoria.

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Perguntas frequentes

O que costumam perguntar sobre design.

Modernismo brasileiro, design internacional vintage e procedência documental, antes do primeiro lance.

Que peças de design entram na curadoria Richesse?

A curadoria cobre mobiliário modernista brasileiro de 1950 a 1970, design internacional do mid century, iluminação assinada, cerâmica autoral e objetos de decoração com proveniência documental. Cada peça passa por análise de marca de fábrica, encaixe estrutural, pátina original e bibliografia de referência.

Mobiliário modernista brasileiro tem mercado ativo?

Sim, é um dos segmentos mais dinâmicos. Obras de Sergio Rodrigues, Joaquim Tenreiro, Jorge Zalszupin, Lina Bo Bardi, Geraldo de Barros e Oscar Niemeyer alcançam remate consistente, especialmente em mercados internacionais. Galerias em Nova York, Paris e Milão competem ativamente em leilões brasileiros.

Como verificar autenticidade de peças Sergio Rodrigues ou Joaquim Tenreiro?

A autenticação se faz por marca de fábrica gravada ou aplicada, encaixe característico de cada designer, madeira nativa documentada como jacarandá ou imbuia, fatura ou recibo da loja original e bibliografia oficial. Para Sergio Rodrigues, o Instituto Sergio Rodrigues emite parecer técnico quando solicitado.

Há iluminação, cerâmica e objetos além de mobiliário?

Sim. O catálogo cobre luminárias de Lattes, Stilnovo, Arteluce, Flos e Reggiani, cerâmica autoral de Megumi Yuasa, Brennand e Kimi Nii, além de objetos de Murano, Lalique e Daum. Cada peça tem ficha técnica com designer, fabricante, ano e edição quando numerada.

Peças vintage internacionais aparecem no catálogo?

Sim. Charles e Ray Eames, Hans Wegner, Arne Jacobsen, Finn Juhl, Gio Ponti, Ettore Sottsass e Pierre Paulin aparecem com regularidade, em edições originais Knoll, Vitra, Cassina, Fritz Hansen e Herman Miller. Reedições autorizadas são distinguidas das peças vintage originais no laudo.

Como a Richesse avalia procedência de design 1950 a 1970?

A avaliação cruza marca de fabricação, características construtivas do período, madeira ou tecido original, bibliografia em catálogos de época e fatura quando disponível. Restaurações estruturais, troca de tecido e reaplicação de verniz são sempre declaradas, com impacto proporcional na estimativa de remate.