Catálogo em curadoria.
Os primeiros lotes entram quando o pipeline de raspagem ativar os 142 leiloeiros oficiais brasileiros. Cadastre-se na newsletter e seja avisado em primeira mão.
Mobiliário modernista brasileiro de assinatura, com madeiras nobres e procedência rastreada. Categoria com forte demanda internacional, especialmente nas peças de Tenreiro, Sergio Rodrigues e Zalszupin.
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Modernismo brasileiro, design internacional vintage e procedência documental, antes do primeiro lance.
A curadoria cobre mobiliário modernista brasileiro de 1950 a 1970, design internacional do mid century, iluminação assinada, cerâmica autoral e objetos de decoração com proveniência documental. Cada peça passa por análise de marca de fábrica, encaixe estrutural, pátina original e bibliografia de referência.
Sim, é um dos segmentos mais dinâmicos. Obras de Sergio Rodrigues, Joaquim Tenreiro, Jorge Zalszupin, Lina Bo Bardi, Geraldo de Barros e Oscar Niemeyer alcançam remate consistente, especialmente em mercados internacionais. Galerias em Nova York, Paris e Milão competem ativamente em leilões brasileiros.
A autenticação se faz por marca de fábrica gravada ou aplicada, encaixe característico de cada designer, madeira nativa documentada como jacarandá ou imbuia, fatura ou recibo da loja original e bibliografia oficial. Para Sergio Rodrigues, o Instituto Sergio Rodrigues emite parecer técnico quando solicitado.
Sim. O catálogo cobre luminárias de Lattes, Stilnovo, Arteluce, Flos e Reggiani, cerâmica autoral de Megumi Yuasa, Brennand e Kimi Nii, além de objetos de Murano, Lalique e Daum. Cada peça tem ficha técnica com designer, fabricante, ano e edição quando numerada.
Sim. Charles e Ray Eames, Hans Wegner, Arne Jacobsen, Finn Juhl, Gio Ponti, Ettore Sottsass e Pierre Paulin aparecem com regularidade, em edições originais Knoll, Vitra, Cassina, Fritz Hansen e Herman Miller. Reedições autorizadas são distinguidas das peças vintage originais no laudo.
A avaliação cruza marca de fabricação, características construtivas do período, madeira ou tecido original, bibliografia em catálogos de época e fatura quando disponível. Restaurações estruturais, troca de tecido e reaplicação de verniz são sempre declaradas, com impacto proporcional na estimativa de remate.