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Categoria editorial

Histórico. Remates como evidência.

Memória de mercado em forma de tabela. Remates de Tarsila, Volpi, Di Cavalcanti, Rolex Daytona vintage, Patek com complicação. Comparáveis para o lance da próxima semana virem com base.

16 análises, base atualizada semanalmente
Edições recentes em Histórico

Memória de remate, em uso prático.

Cada análise carrega a tabela bruta dos remates analisados, com leiloeiro, data, valor de partida e valor de arremate. Sem média sem fonte.

Histórico

Tarsila, Volpi, Di Cavalcanti: histórico de remates de arte modernista brasileira.

Top dez remates dos últimos cinco anos, faixas de preço por artista e os leiloeiros que mais movimentam a categoria.

22 de março, 2026, 15 min
Histórico

Rolex Daytona vintage no Brasil: dez anos de remates em uma tabela.

Referência por referência, do 6263 ao 16520. Lance médio, prêmio sobre Christie's e o pregão brasileiro que mais entrega Daytona.

17 de abril, 2026, em produção
Histórico

Patek Philippe com complicação no pregão brasileiro: o que apareceu, o que vai aparecer.

Cronógrafo perpétuo, calendário anual, GMT. Como o Brasil ficou com 4% do que circula globalmente, e quanto cobra por isso.

3 de abril, 2026, em produção
Histórico

Móveis Joaquim Tenreiro: a curva de remate de uma assinatura discreta.

Cadeira de três pés, mesa de jacarandá, banco curvo. Como a peça do mobiliário moderno brasileiro virou ativo internacional.

19 de março, 2026, em produção
Histórico

Prataria portuguesa em pregão brasileiro: o que sobrou de valor real.

Marcas do Porto, do Século XVIII, em remate dos últimos sete anos. Onde ainda há prêmio sobre o peso, e onde já não há.

5 de março, 2026, em produção
Histórico

Hermès Birkin Himalaya: o histórico das três únicas peças que passaram pelo Brasil.

2018, 2021 e 2024. Três remates, três leiloeiros, três faixas de prêmio. O caso completo de uma referência de exceção.

19 de fevereiro, 2026, em produção
Perguntas frequentes

Histórico de remates Richesse, em perguntas diretas.

As dúvidas mais comuns sobre como o banco de remates é construído, qual a fonte e como o assinante usa.

Como o banco de remates Richesse é alimentado?

Cruzamento de três fontes: edital público das 142 leiloeiras oficiais, dado bruto de pregão fornecido por leiloeiros parceiros sob acordo editorial, e cobertura própria de pregão presencial em São Paulo, Rio e Minas. Atualização semanal.

Posso citar a tabela em pesquisa acadêmica ou peça jornalística?

Sim, com atribuição. A Richesse libera o dado para uso citacional jornalístico e acadêmico. Para uso comercial (avaliação, perícia, due diligence) é necessário licenciamento específico, que pode ser solicitado pela página de imprensa.

Por que algumas categorias têm mais histórico que outras?

Categorias com circulação alta (relógio, bolsa, arte modernista) têm dezenas de remates por ano. Categorias raras (joia de exceção, relógio com complicação, mobiliário moderno assinado) têm poucos remates por década. Quanto mais raro, mais peso editorial cada remate carrega.

Vocês ajustam o histórico por inflação ou câmbio?

Toda tabela publicada traz duas leituras: nominal (valor real do remate) e ajustada por IPCA até o mês corrente. Em categorias dolarizadas, há também conversão para dólar pela cotação do dia do remate. A metodologia fica explícita no rodapé de cada tabela.

Vocês indicam quem foi o comprador?

Nunca. A Richesse não publica identidade de comprador, mesmo quando o leiloeiro autoriza. Privacidade do colecionador é regra editorial. O que aparece é leiloeiro, lote, data e valor. Tudo o que é fato técnico do remate, nada que seja fato pessoal.

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Uma carta a cada quinze dias com as análises da casa, calendário de leilões da quinzena e três lotes que valeram a leitura. Sem peças patrocinadas, sem repasse de press release.