Memória de mercado em forma de tabela. Remates de Tarsila, Volpi, Di Cavalcanti, Rolex Daytona vintage, Patek com complicação. Comparáveis para o lance da próxima semana virem com base.
16 análises, base atualizada semanalmenteCada análise carrega a tabela bruta dos remates analisados, com leiloeiro, data, valor de partida e valor de arremate. Sem média sem fonte.
Top dez remates dos últimos cinco anos, faixas de preço por artista e os leiloeiros que mais movimentam a categoria.
HistóricoReferência por referência, do 6263 ao 16520. Lance médio, prêmio sobre Christie's e o pregão brasileiro que mais entrega Daytona.
HistóricoCronógrafo perpétuo, calendário anual, GMT. Como o Brasil ficou com 4% do que circula globalmente, e quanto cobra por isso.
HistóricoCadeira de três pés, mesa de jacarandá, banco curvo. Como a peça do mobiliário moderno brasileiro virou ativo internacional.
HistóricoMarcas do Porto, do Século XVIII, em remate dos últimos sete anos. Onde ainda há prêmio sobre o peso, e onde já não há.
Histórico2018, 2021 e 2024. Três remates, três leiloeiros, três faixas de prêmio. O caso completo de uma referência de exceção.
As dúvidas mais comuns sobre como o banco de remates é construído, qual a fonte e como o assinante usa.
Cruzamento de três fontes: edital público das 142 leiloeiras oficiais, dado bruto de pregão fornecido por leiloeiros parceiros sob acordo editorial, e cobertura própria de pregão presencial em São Paulo, Rio e Minas. Atualização semanal.
Sim, com atribuição. A Richesse libera o dado para uso citacional jornalístico e acadêmico. Para uso comercial (avaliação, perícia, due diligence) é necessário licenciamento específico, que pode ser solicitado pela página de imprensa.
Categorias com circulação alta (relógio, bolsa, arte modernista) têm dezenas de remates por ano. Categorias raras (joia de exceção, relógio com complicação, mobiliário moderno assinado) têm poucos remates por década. Quanto mais raro, mais peso editorial cada remate carrega.
Toda tabela publicada traz duas leituras: nominal (valor real do remate) e ajustada por IPCA até o mês corrente. Em categorias dolarizadas, há também conversão para dólar pela cotação do dia do remate. A metodologia fica explícita no rodapé de cada tabela.
Nunca. A Richesse não publica identidade de comprador, mesmo quando o leiloeiro autoriza. Privacidade do colecionador é regra editorial. O que aparece é leiloeiro, lote, data e valor. Tudo o que é fato técnico do remate, nada que seja fato pessoal.