Catálogo em curadoria.
Os primeiros lotes entram quando o pipeline de raspagem ativar os 142 leiloeiros oficiais brasileiros. Cadastre-se na newsletter e seja avisado em primeira mão.
Modernismo brasileiro, neoconcretos, contemporâneos consagrados e edições limitadas, com laudo técnico de procedência e autoria por curador Richesse e instituições parceiras.
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Procedência documental, catálogo razonado e laudo de instituição, antes do primeiro lance.
O catálogo concentra Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Cândido Portinari, Lasar Segall, Volpi, Iberê Camargo, Anita Malfatti, Tomie Ohtake e Lygia Clark, no eixo modernista e neoconcreto. Em arte contemporânea, aparecem Beatriz Milhazes, Vik Muniz, Adriana Varejão e Os Gêmeos, com curadoria reforçada de procedência.
A autenticação se ancora no catálogo razonado da artista quando publicado, no parecer de instituição como o IEB-USP no caso de Tarsila, em laudos de fundação ou herdeiros e em análise técnica de pigmentos, suporte e assinatura. A Richesse exige no mínimo dois pontos de procedência documental antes de catalogar a obra.
Quando a obra está publicada em catálogo razonado oficial, a referência é anexada ao lote. Para Tarsila do Amaral, o parecer do IEB-USP é o padrão de mercado. Para outros modernistas, são usados pareceres de fundações, herdeiros e marchands que mantêm o catálogo vivo da obra do artista.
Sim. Toda página de lote traz histórico de remates do mesmo artista nos últimos 24 meses, segmentado por período, técnica e dimensões. Assinantes Richesse acessam séries históricas estendidas, com curva de valorização por década e cruzamento com casas internacionais como Sotheby's e Christie's.
Obras sem laudo prévio passam por análise técnica do consultor Richesse: comparação estilística, datação por suporte, análise de pigmentos quando viável, conferência de assinatura e cruzamento com bibliografia. Lotes que não atingem dois pontos de procedência verificáveis são recusados pelo comitê.
Sim. Arte moderna brasileira concentra obras anteriores a 1970, com mercado mais maduro e referências consolidadas em catálogo. Arte contemporânea, posterior a 1980, tem mercado mais volátil, dependente de exposição institucional e galerias representativas. O filtro Richesse separa os dois recortes para facilitar a tese do colecionador.